sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Apresentação sobre a Guerra Colonial

Ontem começámos a ver, no nível Intermédio 1, um documentário da RTP sobre a Guerra Colonial portuguesa, episódio traumático vivido nas décadas de 60 e 70, que fez milhares de mortos e marcou até à actualidade a sociedade portuguesa. Para facilitar a compreensão do documentário, coloco-vos aqui uma apresentação feita por alunado português que sintetiza esse confronto bélico que veio a conduzir as colónias à independência e Portugal à Revolução dos Cravos.

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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Que profissões aparecem reflectidas durante esta notícia do telejornal?



Este é também um exercício para o Nível Básico. Têm de dizer quais as profissões que aparecem na notícia. Não apenas as que são referidas como tais, mas também as que, de alguma maneira, estão presentes no vídeo. Coloquem os nomes nos comentários e, completando as dos comentários anteriores se for preciso, ok?

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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Compreensão auditiva de nível básico



Este exercício vai dirigido sobretudo ao pessoal da turma de Básico Integrado das 17h30, mas também pode ter interesse para as do Intermídio 1. Há primeiro que ver o vídeo e s ó depois carregar no botão "start" para começar a ler as perguntas e a responder às questões de escolha múltipla. No fim aparece o resultado. Boa sorte!

Já agora, os nomes dos personagens que aparecem são: Egas, Becas e Walter (a menina, não faço ideia).

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Oposição chumba no Parlamento de Cabo Verde a oficialização do crioulo

A oposição cabo-verdiana chumbou hoje a proposta de oficialização do crioulo, durante a sessão especial do parlamento para a revisão da Constituição.

O artigo 4.º da proposta de revisão constitucional do Partido Africano para a Independência de Cabo verde (PAICV, partido que sustenta o Governo), que incide sobre a oficialização da língua cabo-verdiana, foi chumbado no Parlamento com votos contra da UCID (União Cabo-verdiana Independente e Democrática) e abstenção do MpD (Movimento para a Democracia).

As duas forças políticas da oposição cabo-verdiana consideram que não estão criadas as condições para a oficialização do crioulo neste momento.

O deputado da UCID, António Monteiro, disse que há ainda a necessidade de se realizar estudos aprofundados sobre a matéria, no sentido de contribuir para a coesão nacional.

"É preciso fazer um estudo aprofundado e, quiçá, ouvir a própria população nesta matéria. Possivelmente, ao oficializarmos a língua através da nossa Constituição, poderemos estar a não trabalhar no sentido de uma coesão nacional, mas sim no sentido inverso", salientou.

Por seu lado, a deputada do MpD Filomena Delgado disse que nada foi feito para criar as condições para a oficialização do crioulo.

Filomena Delgado ressaltou que o seu partido não é contra a oficialização da língua materna, mas defende que a discussão sobre o assunto deve continuar.

"Entendemos que o artigo 9.º (da Constituição), com a redacção que tem, neste momento, vai continuar a permitir aos cabo-verdianos utilizar a língua materna no seu dia-a-dia", defendeu.

A deputada avançou ainda que não estão criadas as condições para uma paridade do crioulo com a língua portuguesa.

"Vamos colocar na Constituição que a língua cabo-verdiana é língua oficial em paridade com a língua portuguesa e vamos continuar a utilizar na educação, nos boletins oficiais, o português. Por isso, consideramos que as condições não estão criadas e abstivemo-nos", acrescentou.

Já o deputado do PAICV Rui Semedo considerou a rejeição do artigo 4.º da proposta do seu partido "uma ofensa e um desprezo" à língua nacional.

Rui Semedo considerou ainda que não é possível criar condições ideais para depois tomar a medida de oficialização do crioulo.

"Condições óptimas nunca são criadas à partida. Medidas desta natureza são tomadas e continua-se a trabalhar na criação de condições para dar sustento à medida tomada. Achamos que esta é a via", disse.

A sessão especial do Parlamento para a revisão da Constituição teve início segunda-feira com a discussão na especialidade da proposta do PAICV.

Os quatro artigos já discutidos foram todos chumbados pela oposição.

Fonte: OJE.

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

(Alguns) pormenores da viagem a Vila Nova de Cerveira e ao Porto


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Como já sabedes, a saída será no sábado dia 28 de Novembro, mas está pendente a confirmaçom da hora da manhã a que combinaremos na praça do Inferninho, junto à paragem dos táxis, como já temos feito noutras vezes. O preço para 50 pessoas é de 62 euros. Esse preço inclui a viagem de camioneta e a dormida em quartos duplos, no Hotel Dom Henrique (quatro estrelas). Quanto às refeições, só se inclui o pequeno-almoço buffet do domingo.

Na ida, pararemos na feira de Vila Nova de Cerveira, comendo talvez por ali mesmo. À tarde, chegaremos ao Porto e teremos livre até às 9 horas da noite. Nessa hora é que combinaremos às portas do Teatro Carlos Alberto, que fica na praça do mesmo nome, no número 89. A volta será ao meio-dia do domingo 29.

Ainda não completamos todos os lugares disponíveis na camioneta. Nesta semana, abre-se o prazo para acompanhantes e pessoas que não são alunas de Português na nossa Escola. Caso não atinjamos o número de 50 pessoas, o preço subirá proporcionalmente para, entre os e as que formos, pagarmos o total do custo da viagem.


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Investimento na língua Portuguesa é "rentável"

Pretória, 31 Out (Lusa) - O embaixador de Portugal na África do Sul, João Ramos Pinto, considera o investimento feito pelo Estado no ensino da língua Portuguesa neste país "rentável e bem empregue".

Em declarações à Lusa na capital sul-africana, Ramos Pinto destacou que o Português ocupa um lugar importantíssimo na África do Sul, país cuja Constituição "protege" a língua portuguesa, por inúmeras razões, que vão da enorme comunidade lusófona, à relação de proximidade com Moçambique e Angola e aos interesses e negócios entre os países e povos da região.

"O Português é e sê-lo-á cada vez mais uma língua de negócios na região, é a segunda língua mais falada no espaço da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), e, por isso, existe uma grande procura e interesse por parte da África do Sul e professores e intérpretes da nossa língua", salientou João Ramos Pinto.

Fonte: RTP.

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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Na próxima segunda-feira, dia 2 de Novembro, nom temos aulas

A próxima segunda-feira é um dos dous dias feriados de escolha da nossa Escola para este ano lectivo. Portanto, no dia 2 de Novembro, nom temos aulas, o que só afecta as turmas do nível Intermédio 1.

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